Direita antecipa renovação no PSD

Os líderes de opinião de direita consideram que o caso BPN está a afectar não só o Presidente, mas o PSD. A Marcelo e a Pulido Valente juntam-se Joaquim Aguiar e Rui Ramos

Crise do BPN pode gerar um corte com o cavaquismo

O caso BPN também está, de alguma forma, a afectar o PSD. Quem o diz são alguns dos mais reputados analistas políticos de centro-direita, que garantem que vem aí uma reformulação no partido agora liderado por Manuela Ferreira Leite.

Ao DN, Joaquim Aguiar, antigo conselheiro de Ramalho Eanes na Presidência da República, diz que “as grandes crises nos partidos acontecem por dois motivos: um mais ideológico, como aconteceu com o PCP com o fim da União Soviética, ou porque as redes de interesses que se apropriaram dos seus alicerces não se sustentam mais”. Para o analista político, “no PSD houve a tentativa de criação de uma nova classe empresarial que não teve sucesso”. Continuar a ler…

Teixeira da Cruz critica Manuela Ferreira Leite.

A ex-líder da distrital de Lisboa do PSD diz que é tempo de o partido apresentar propostas alternativas ao PS. Paula Teixeira da Cruz reafirma a oposição à escolha de Santana Lopes como candidato à CML e garante não estar disponível para voltar a ser candidata à Assembleia Municipal.

Numa entrevista ao Rádio Clube Português que vai para o ar este sábado, Paula Teixeira da Cruz critica o silêncio de Manuela Ferreira Leite em matéria de propostas alternativas às políticas do PS: “Há um tempo para arrumar a casa e há um tempo para apresentar projectos, porque um partido de alternativa tem que os apresentar. Começa a ser imperioso que o PSD mostre quais são os seus projectos alternativos”, afirma.

Apesar das divergências assumidas com a líder do partido, Teixeira da Cruz discorda de militantes como Luís Filipe Menezes, que pretendem um congresso em Janeiro, porque “convocar um congresso que terá estatutariamente lugar num ano eleitoral é, forçosamente, fragilizar o partido”. Continuar a ler…

Ferreira Leite recusa “construção mediática” e aposta na política do esforço e estudo

A presidente do PSD disse hoje querer marcar a diferença na atitude perante a política, recusando a “construção mediática de curto prazo” e apostando no esforço e no estudo para estar pronta para governar.

“Não desistimos de nos preparar para estar à altura da confiança dos portugueses quando formos Governo”, declarou Manuela Ferreira Leite, na apresentação dos novos projectos do Instituto Francisco Sá Carneiro, associação de reflexão política ligada ao PSD.

A presidente do PSD fez um discurso centrado na atitude perante a política, em que recusou lógicas de “construção mediática de curto prazo”, contrapondo com “uma política que se projecta para o futuro”.

Foi para isso que Sá Carneiro fundou o Partido. Acreditamos que política é esforço, é trabalho e muito especialmente é reflexão exigente sobre a capacidade de agir para resolver os problemas que o País enfrenta”, prosseguiu Manuela Ferreira Leite. Continuar a ler…

Menezes critica proposta de Ferreira Leite

Luís Filipe Menezes defendeu esta quinta-feira o relançamento da economia passa pela descida de impostos, mas discordou da líder do PSD, Manuela Ferreira Leite, ao qualificar como “impensável e uma verdadeira irresponsabilidade e incompetência” acreditar que isso pode ser feito sem investimento público.

O ex-presidente do PSD comentou a posição de Ferreira Leite, que ontem afirmou que caso fosse eleita primeira-ministra “suspenderia todos os megaprojectos de investimento não rentáveis”, ficando “com meios para poder baixar os impostos”.

Para Menezes são “bons exemplos do investimento público” a construção faseada do aeroporto de Lisboa, o TGV, escolas de qualidade, campos judiciários e algumas auto-estradas, precisamente alguns dos projectos que o Governo de José Sócrates defende. Continuar a ler…

Ferreira Leite defende baixa de impostos mas avisa que eles vão aumentar

Manuela Ferreira Leite garante que, caso seja eleita primeira-ministra em 2009, poderá tentar baixar os impostos, cortando nos investimentos públicos megalómanos. Se isso não for feito, avisa, os impostos até podem vir a aumentar. Esta foi a ideia mais forte da intervenção de ontem de Manuela Ferreira Leite no fim de um almoço em Lisboa, organizado pela Câmara de Comércio Portugal-Holanda.

“Se não arranjarmos uma almofada segura em termos de orçamentos públicos para o futuro, aquilo que o futuro nos reservaria seriam encargos tremendos que têm estado a ser assumidos e que conduzem que a partir de 2013 até 2040 e tal os encargos do Estado são de tal ordem que não se vislumbra a forma de baixar impostos, bem pelo contrário”, disse a presidente do PSD. Ao mesmo tempo, também disse que se chegasse ao poder suspendia “tudo o que fosse mega projectos de investimento cuja rentabilidade e melhoria da competitividade para o país é nula”. E para quê? Para ficar com mais meios “mais do que suficientes para provavelmente poder baixar com algum significado os impostos”.

Depois de na semana passada, num almoço semelhante a este, Manuela Ferreira Leite ter cometido aquilo que muitos dizem ser uma gaffe – sobre a suspensão da democracia por seis meses -, ontem a líder do PSD fez um discurso mais cauteloso. Mas a dada altura frisou que “há dez anos que estamos a empobrecer, sem que haja qualquer alteração”. Desses dez anos, o PSD e o CDS governaram três, tendo a actual presidente social-democrata sido ministra de Estado e das Finanças na maior parte desse período. Continuar a ler…

Ferreira Leite defende revisão urgente do IMI

A líder do PSD esteve no Algarve, reuniu com empresários do sector do turismo e considerou que há “enormes injustiças” no Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI).

A líder do PSD, Manuela Ferreira Leite, defendeu uma revisão urgente do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), cuja lei devia ter sido revista passados três anos após a sua criação, porque há “enormes injustiças”.

“Eu tenho responsabilidades directas na criação deste imposto [Imposto Municipal sobre Imóveis], porque era responsável pelo Ministério das Finanças quando foi aprovada a Lei da Tributação do Património”, admitiu Ferreira Leite. Explicou, contudo, que uma das normas dessa lei previa que fosse “revista no prazo de três anos”.

“Sou capaz de inventariar, neste momento, um conjunto enorme de injustiças grandes que estão a decorrer desta legislação pelo facto de ela não ter sido revista”, disse a líder do PSD no Algarve, à margem de uma reunião com dirigentes empresariais do turismo algarvio, que decorreu esta tarde num hotel em Vilamoura, e cujo objectivo foi conhecer a situação do sector turístico junto dos privados. Continuar a ler…

Marcelo prefere Belém a ter de voltar a liderar PSD.

Marcelo Rebelo de Sousa está a gerar uma onda de agitação no PSD. Apesar de dizer que não avança até 2009, deixou no ar frases ambíguas que estão a ser lidas e interpretadas com minúcia. No seu núcleo duro, ninguém admite que queira ficar com o lugar de Manuela Ferreira Leite

Ex-líder não é candidato antes de 2009, mas deixou de ser taxativo

“Não sou candidato à liderança do PSD certamente até 2009. Em nenhum momento, não está na minha intenção, mas sei lá se isso não acontece. Não tenciono ser, mas eu uma vez disse que nem que Cristo descesse à Terra.” Esta é a frase de Marcelo Rebelo de Sousa que está a gerar mais uma onda de agitação no interior do PSD. Desde domingo, altura em que Marcelo falou desta forma no seu programa na RTP1, que não se fala noutra coisa. Mas no inner circle do antigo líder do PSD uma recandidatura à liderança do partido é vista como uma hipótese “absurda”. Continuar a ler…

Paulo Portas concorda com «gafe» de Ferreira Leite.

Paulo Portas revelou os principais objectivos do seu partido: restringir a imigração, aumentar as pensões e cortar no Rendimento Social de Inserção (RSI). Sem «medo de dizer as coisas», o líder do CDS-PP lembrou as declarações polémicas de Manuela Ferreira Leite, que considera «absolutamente verdade».

«No outro dia ia caindo o Carmo e a Trindade quando a Dra. Manuela Ferreira Leite, questionada sobre se os grandes investimentos públicos não ajudavam a reduzir o desemprego, respondeu que isso seria verdade em Cabo Verde e na Ucrânia. O que é absolutamente verdade do ponto de vista técnico, se for de determinado tipo de mão-de-obra», referiu, em entrevista ao Público e à Rádio Renascença.

«Eu não tenho nenhuma pressa em ser ministro» Continuar a ler…

Marcelo contraria declarações de Ferreira Leite

O ex-líder do PSD, Marcelo Rebelo de Sousa, escusou-se esta sexta-feira a comentar as declarações de Manuela Ferreira Leite sobre um cenário de seis meses sem democracia mas assegurou que é possível fazer reformas em democracia, noticia a Lusa.

Questionado pela Agência Lusa, à margem da apresentação do livro «O sonho de dois mundos – A viagem de Vasco da Gama à Índia», de Teresa Brandão, Marcelo Rebelo de Sousa disse já ter ouvido as declarações da presidente do PSD, escusando-se a comentá-las mas reconhecendo a dificuldade de concretizar reformas em «períodos de crise».

«Obviamente que é possível fazer reformas em democracia, todos os países já fizeram e Portugal já teve reformas em democracia. Podem é ser mais fáceis ou difíceis», afirmou.  Continuar a ler…

Sindicatos de Professores estão reunidos com Ferreira Leite

A Plataforma dos Sindicatos dos Professores está reunida desde as 15h com Manuela Ferreira Leite na sede do PSD.

«Estamos a contactar os partidos, porque pensamos que os partidos são essenciais também na resolução dos problemas que acontecem na sociedade, também na educação naturalmente, e pensamos que, neste caso, o PSD, e também ontem o PCP e amanhã o Bloco de Esquerda, serão óptimos contributos para o que o país precisa nas escolas que é a tranquilidade», explicou Mário Nogueira ao PortugalDiário à entrada para o encontro.

O líder da Fenprof diz que o problema com os professores só é resolvido «se este novo modelo de avaliação for suspenso». «Esta não é uma questão nem de teimosia nossa, nem de isolamento dos sindicatos», frisou.

João Dias da Silva, da FNE, adoptou o mesmo tipo de discurso, dizendo que este encontro com Ferreira Leite servirá para «confirmar aquilo que já ouvimos há semanas da presidente do PSD, que só não apoia este pedido como ainda identifica algumas linhas que são importantes relativamente a um novo modelo de avaliação sobre o qual se torna necessário trabalhar para o construir rapidamente». Continuar a ler…

Ferreira Leite espera que reunião do Conselho de Ministros não seja «uma grande encenação»

A Plataforma Sindical dos Professores esteve reunida, esta quinta-feira, com a líder do PSD que pediu a suspensão do actual modelo de avaliação, dizendo que está a prejudicar a vida dos professores e a qualidade do ensino. Manuela Ferreira Leite afirmou esperar que a reunião do Conselho de Ministros não seja uma grande encenação para que tudo fique na mesma.

Manuela Ferreira Leite reafirmou que é a favor, tal como os sindicatos, da suspensão do actual modelo de avaliação dos professores, sublinhando que é essa a medida que espera da reunião de hoje do Conselho de Ministros.

Manuela Ferreira Leite defendeu esta é a única hipótese para que se comece a negociar um novo modelo de avaliação, que, de acordo com a líder do PSD, «vai depender do diálogo que vier a ser estabelecido com os sindicatos». Continuar a ler…

Marcelo Rebelo de Sousa relativiza declarações de Ferreira Leite sobre democracia

Marcelo Rebelo de Sousa considera que as declarações de Manuela Ferreira Leite têm de ser enquadradas no período pré-eleitoral que estamos a viver e por isso desvaloriza a polémica. A líder do PSD afirmou que em democracia é impossível fazer reformas contra as classes profissionais e por isso admitiu a suspensão por seis meses do regime democrático.

Às vezes no debate político acontecem exageros, em especial nos períodos de campanha eleitoral. Marcelo Rebelo de Sousa desvaloriza por isso a polémica.

«Há que relativizar sobretudo em período eleitoral essas declarações no que têm de confusão entre democracia e ditadura. Pode é haver democracias com melhor ou pior qualidade e haver sacrifícios na qualidade da democracia», afirma.

O professor considera que é possível fazer reformas em democracia e exemplifica com os nórdicos e os Estados Unidos. Continuar a ler…

Ferreira Leite sugeriu uma interrupção na democracia para «pôr tudo em ordem»

A presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite, sugeriu, ontem, durante um almoço da Câmara de Comércio Luso-Americana, se «não é bom haver seis meses sem democracia. Mete-se tudo na ordem e depois então venha a democracia». Os social-democratas procuram agora explicar as afirmações da líder que provocaram indignação dos outros partidos políticos.

No final de um almoço promovido pela Câmara de Comércio Luso-Americana, questionada sobre possíveis reformas no sistema de justiça, a ex-ministra afirmou: «Eu não acredito em reformas, quando se está em democracia (…) Quando não se está em democracia é outra conversa, eu digo como é que se faz», acrescentando: «E até não sei se a certa altura não é bom haver seis meses sem democracia, mete-se tudo na ordem e depois então venha a democracia». Continuar a ler…

PSD pede demissão de Jaime Silva.

Em defesa de outra política na agricultura, o PSD afirmou, esta segunda-feira, que só vê motivos para substituir o ministro daquela pasta. Para os social-democratas, Jaime Silva não conseguirá protagonizar uma alteração nas políticas agrícolas em Portugal.

Depois de ter pedido a demissão do ministro da Administração Interna e de ter dito que a ministra da Saúde não tinha condições para continuar no cargo, o PSD considerou ser necessária a substituição do ministro da Agricultura, Jaime Silva.

Em conferência de imprensa esta segunda-feira, o vice-presidente da bancada do PSD, Hugo Velosa, afirmou que «parece evidente» que é preciso outro ministro da Agricultura. Continuar a ler…

PSD corrige “As Escolhas de Marcelo”

É a primeira vez que o PSD faz um comunicado a corrigir “As Escolhas de Marcelo”. Assinado pela direcção do Grupo Parlamentar, o texto acusa o programa de ter deixado “no ar a ideia errada de que o PSD seria contra as audições parlamentares de antigos administradores do BPN”.

A verdade, diz o comunicado do PSD, é que o partido “votou favoravelmente há 15 dias a audição parlamentar de vários membros da administração do banco”. E “contestou o veto do PS a essas audições”.

Domingo, na sua crónica semanal na RTP, Marcelo criticou a líder do PSD por não ter explorado politicamente o caso BPN, dizendo que Manuela Ferreira Leite não sentiu necessidade de se demarcar do caso pelo facto de “haver elementos do partido envolvidos”. E rematou: “Ferreira Leite entendeu que esta questão não era prioridade na vida política portuguesa. Para mim teria sido, mas para ela não é”. Continuar a ler…

Manuela Ferreira Leite acusa Governo de “oportunismo” no atraso da entrada de verbas comunitárias

A líder do PSD, Manuela Ferreira Leite, afirmou hoje, na Curia, que Portugal ainda não recebeu verbas do novo quadro de apoio comunitário devido ao “oportunismo e ineficácia” do Governo.

“Provavelmente por interesses partidários e provavelmente para concentrar mais perto das eleições a entrada de fundos comunitários, tem-se prejudicado o país de forma inaceitável”, frisou a dirigente social-democrata.

Intervindo no encerramento da 2.ª Universidade da Europa do PSD, que decorreu na Cúria, Anadia, Manuela Ferreira Leite afirmou que “ainda não entraram quaisquer contribuições a que temos direito neste novo quadro comunitário” de apoio. Continuar a ler…

Ferreira Leite diz que modelo de avaliação vai paralisar escola pública

Manuela Ferreira Leite entende que a colocação em prática do actual modelo de avaliação dos professores vai acabar na paralisação da escola pública. Para a líder do PSD, não se pode falar em instrumentalização dos professores.

A presidente do PSD considerou que o avanço do actual modelo de avaliação de professores vai resultar na paralisação da escola pública, razão que a levou uma vez mais a pedir a suspensão deste modelo que «já provou na prática que não funciona».

Após ter-se reunido com um grupo de professores do Movimento da Escola Pública, em Leiria, Manuela Ferreira Leite reiterou que era «absolutamente defensora de um sistema de avaliação», mas lembrou que «se este não funciona, deve haver outro».

Para a líder social-democrata, com o avanço deste modelo toma-se a «opção de paralisar a escola pública e a opção de prejudicar o futuro dos alunos, do seu currículo escolar e das famílias». Continuar a ler…

Jardim fez as pazes com Ferreira Leite.

Alberto João Jardim reuniu-se com Manuela Ferreira Leite na sede do PSD em Lisboa. Está disposto a apoiá-la e a “dar o litro” contra Sócrates.

A reunião foi há cerca de um mês na sede nacional do PSD, em Lisboa, e simboliza um acordo de cavalheiros entre o líder madeirense e a presidente do PSD.

Alberto João Jardim não desistiu de fazer em Janeiro uma avaliação da actual liderança do partido. Só que, ao contrário do que antes sinalizara, deverá anunciar o seu total empenhamento no apoio a Ferreira Leite para combater Sócrates nas legislativas.

Depois do encontro entre os dois líders, Marques Guedes, o secretário-geral do PSD, foi à Madeira reunir-se com Alberto João para começar a preparar a conjugação de esforços com vista às várias eleições agendadas para 2009. Continuar a ler…

PSD recebe professores durante manifestação de sábado.

O PSD vai receber sábado na Assembleia da República uma delegação dos professores que se vão manifestar em frente ao edifício, num protesto organizado por dois movimentos de docentes contra o modelo de avaliação.

A delegação de professores vai ser recebida às 16:30 pelo vice-presidente do grupo parlamentar social-democrata José Eduardo Martins, divulgou hoje o Partido Social Democrata (PSD).

Depois da manifestação de professores em Lisboa no sábado passado organizada pelos sindicatos, a Associação de Professores e Educadores em Defesa do Ensino (APEDE) e o Movimento Mobilização e Unidade dos Professores (MUP) têm uma acção de protesto convocada para este sábado, em frente à Assembleia da República.

O motivo do protesto é novamente o modelo de avaliação dos professores, um processo que os sociais-democratas criticam. Continuar a ler…

Governo quer controlar empresas, diz Ferreira Leite

A presidente do PSD acusa o Governo de ter «um esquema quase maquiavélico para controlar as empresas». Ao discursar quarta-feira, em Fátima, num colóquio sobre «Portugal em crise! Que Alternativa?», organizado pela Comissão Política Distrital de Santarém do PSD, Manuela Ferreira Leite disse que as medidas de apoio às empresas têm apenas o objectivo de as tornar dependentes do Estado.

«Nós vemos todos os dias, a todas as horas, o anúncio de milhões para ajudar as empresas», afirmou, citada pela Lusa. Manuela Ferreira Leite considerou que se trata de «uma política de asfixia, de controlo, que não é aceitável em Democracia». «Esta situação atrofia a iniciativa privada, torna as empresas dependentes do Estado e não conduz a nenhum crescimento», acrescentou.

As críticas da dirigente do PSD surgiram um dia depois de o Primeiro-ministro ter anunciado três novas linhas de crédito bonificado, no valor global de 1,4 mil milhões de euros, para as Pequenas e Médias Empresas (PME).  Continuar a ler…

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