Paulo Rangel evita comentar acusação de Luís Filipe Menezes

Paulo Rangel rejeitou responder à acusação de Filipe Menezes segundo a qual teria sido um dos responsáveis pela mudança, em poucos meses, do sentido de voto do PSD no estatuto dos Açores.

Contactado pelo JN o actual líder parlamentar social-democrata disse apenas: “O respeito que me merece o dr. Flipe Menezes leva-me a não comentar”.

Menezes disse ainda que Rangel teria ficado encarregue, como constitucionalista, de preparar a argumentação do PSD contra o diploma. Mas ao que o JN apurou, ao deputado apenas foi solicitado pela direcção de então, liderada por Menezes, que analisasse o projecto. O autarca de Gaia garantiu à Lusa ter dito a Cavaco que o PSD não aprovaria o estatuto dos Açores, e ontem atirou a responsabilidade para Manuela Ferreira Leite por o partido ter optado pela abstenção.

O líder da distrital social-democrata do Porto segue na mesma linha de argumentação. Para Marco António Costa, “o PSD preferiu ser político-tático, nada fazendo para se opor à tentativa de poder absoluto do PS que passa pela afronta ao Presidente da República com total displicência”. Continuar a ler…

Menezes acusa partido de falta de “credibilidade”

Luís Filipe Menezes volta a utilizar o caso do Estatuto dos Açores para acusar a actual liderança do PSD de falta de credibilidade. Já Alberto João Jardim diz que o assunto serviu para desviar atenções da governação socialista.

O ex-líder social democrata disse à Renascença que tinha assumido o compromisso, com o Presidente da República, de que o partido não aprovaria o estatuto dos Açores. Menezes não entende, por isso, porque é que o seu partido alterou o sentido de voto.

Nestas declarações, Menezes revela que tinha encomendado ao deputado Paulo Rangel a argumentação para sustentar o voto contra do PSD, concluindo que o líder parlamentar não tem condições políticas para se manter no cargo.

Fora do plano político-partidário, o Bispo dos Açores dá razão ao Presidente da República em relação ao Estatuto da Região Autónoma. D. António Sousa Braga não compreende como foi possível “este braço de ferro” entre Belém e São Bento e diz que, agora, importa “ultrapassar” esta situação. Continuar a ler…

Jaime Soares contra incompatibilidade de candidaturas.

Jaime Soares revelou que não concorda com a decisão da presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite, que considerou incompatíveis as candidaturas a presidente da câmara e deputado, afirmando que a direcção do partido «não devia ter tomado essa atitude».

«Um autarca é uma mais-valia na Assembleia da República, pois domina os assuntos como ninguém», justificou o presidente da câmara de Poiares, acrescentando que «falta experiência à maioria dos deputados, que ficam deslumbrados quando chegam ao Parlamento».

O dirigente do PSD, que integra a Comissão Política Nacional, lembrou que o estatuto dos deputados não permite que um autarca «esteja mais de seis meses sem tomar uma opção», até porque a Assembleia da República «credencia e valoriza o cargo de presidente da câmara, que é uma actividade de entrega total às populações e de autêntico sacerdócio». Continuar a ler…

PSD rejeita crise no início de 2009 por causa do Orçamento de Estádo

Orçamento. A mera possibilidade de o Presidente da República vir a não promulgar o Orçamento do Estado para 2009 é rejeitada pela direcção de Manuela Ferreira Leite. Um dos seus dirigentes mais próximos admite ao DN que “seria um precedente inédito”. O Bloco de Esquerda está de acordo

Não promulgação do Orçamento é cenário afastado

Mesmo o PSD cavaquista não acredita que o Presidente da República esteja disposto a abrir uma crise política sem precedentes recusando-se a promulgar o Orçamento do Estado. O cenário foi ontem avançado pelo semanário Sol, que titulava na primeira página “Cavaco vai pôr em causa o Orçamento”. Segundo o semanário, o Presidente da República “prepara-se para levantar obstáculos à promulgação do Orçamento do Estado, considerando que é uma ficção – dado que o próprio Governo já admitiu que não será cumprido nem nas receitas nem nas despesas”.

Fontes contactadas pelo DN consideram inverosímil o cenário da recusa de Cavaco Silva em promulgar o Orçamento do Estado. “Seria um precedente inédito”, afirma fonte da direcção do PSD, ao mesmo tempo que defende que o Presidente da República tem ampla margem de crítica a um “documento de ficção”: “Pode sugerir que o Governo apresente um orçamento rectificativo, mas nunca recusando a promulgação.”  Continuar a ler…

Sondagem dá ao PSD o pior resultado em dois anos.

O PSD está em acelerada perda de credibilidade enquanto alternativa de poder. Na sondagem realizada pela Universidade Católica para o JN, a RTP e a Antena 1, não ultrapassa os 30%, o pior resultado do partido em dois anos.

A conclusão resulta do cruzamento de um conjunto de variáveis. A desvantagem dos social-democratas em relação ao PS aumentou para 11 pontos percentuais. A líder, Manuela Ferreira Leite, perde popularidade. Finalmente, o estudo de opinião indicia que os eleitores do PSD depositam mais esperanças em Cavaco Silva.

No que diz respeito às intenções de voto, a percentagem atribuída ao PSD constitui o pior resultado de entre as oito sondagens efectuadas pela Universidade Católica para desde Outubro de 2006. Até no pior momento da liderança de Luís Filipe Menezes – Fevereiro desde ano – o score foi superior (32%). Continuar a ler…

Nem todos queriam Santana para Lisboa

Paula Teixeira da Cruz, actual presidente da Assembleia Municipal de Lisboa, e ex-dirigente do PSD não se revê no candidato escolhido para as eleições autárquicas em Lisboa, Pedro Santana Lopes. Em declarações ao «Correio da Manhã», Paula Teixeira da Cruz, critica Manuela Ferreira Leite.

A ainda presidente da Assembleia Municipal de Lisboa não gosta do perfil de Pedro Santana Lopes, no entanto, a imagem que a líder o Partido Social Democrata transmite à opinião pública também é motivo de preocupação. Paula Teixeira da Cruz teme que a escolha não seja entendida pela população.

A ex-dirigente social-democrata também não fará parte das listas autárquicas. A sua opinião sobre a escolha de Santana Lopes não foi bem acolhida e a própria tinha avisado que, se a «escolha» fosse essa, ela não queria ir a votos. Continuar a ler…

Ferreira Leite diz que as linhas de crédito não resolvem problema

A líder do PSD, Manuela Ferreira Leite, defende que José Sócrates não conseguirá obrigar os bancos a emprestarem dinheiro às empresas. «Sócrates pode abrir as linhas de crédito que quiser, todos os dias, porque não há crédito. Ponto final.», diz a presidente dos sociais-democratas citada pelo Diário Económico desta segunda-feira.

Em declarações exclusivas ao jornal, a líder do PSD reforça os argumentos da oposição sobre a ineficácia das medidas do Governo contra a crise, nomeadamente as várias linhas de crédito para resolverem os problemas das empresas. Ou seja, as linhas de crédito não resolvem os problemas das empresas.

A crítica de Ferreira Leite é contundente: Isto revela uma óptica completamente errada na forma de encarar a crise. As linhas de crédito são abertas o que faz com que as empresas se endividem ainda mais. Ora, o que é preciso é ‘desendividá-las’. E aliás, não só as empresas não se ‘desendividam’ como está a simular-se uma ajuda que na realidade não existe”, explica a presidente social-democrata.

Segundo a economista, basta ver o que acontece nas empresas em épocas de crise para compreender o motivo pelo qual não funcionam as linhas de crédito que o Governo criou. Continuar a ler…

Pedro Passos Coelho afirma ter idade para ser primeiro-ministro

«Há cerca de 21 anos fui candidato da JSD, já sendo pai, e disseram que era velho de mais para ser novo; 21 anos depois há quem ache que sou novo de mais para ser velho», afirmou o ex-candidato à liderança do PSD, em entrevista ao JN.

Pedro Passos Coelho fugiu às questões sobre 2013 (ano em que se realizarão eleições legislativas). «Terei qualquer coisa como 48 anos em 2013. Se foi a idade com que José Sócrates se tornou primeiro-ministro? Não me sinto com falta de idade para ser primeiro-ministro agora», garantiu.

A juventude, para Passos Coelho, até é vantajosa: «Não ter passado governativo quando a maioria das pessoas exibe desgaste pode ser uma vantagem.»

O ex-candidato à liderança do PSD deixou alguns recados a Manuela Ferreira Leite: «O PSD precisa de transmitir uma imagem de confiança e de esperança ao país, que não tem sabido transmitir. Precisa de mostrar que é diferente do PS. Mas também precisa de estabilidade interna¿» Continuar a ler…

PSD acusa Sócrates de não defender interesse público

Ferreira Leite alerta partido para um ano de 2009 muito exigente, Manuela Ferreira Leite, considera que o primeiro-ministro não “consegue reconhecer os erros pelo que mantém insensatamente ministros em funções”. Falando no jantar de Natal do seu grupo parlamentar a líder do PSD acusou José Sócrates de só se preocupar com “os resultados que lhe são úteis” apostando tudo no marketing político e sem defender o interesse público.

Segundo a líder laranja a actuação de Sócrates no Parlamento “é fielmente o retrato da sua personalidade”, acusando-o de defender “que tudo o que corre bem a ele se deve, enquanto que o que corre mal é sempre da responsabilidade de outros”.

Exortando todos os sociais-democratas ao trabalho, pois o “ano de 2009 vai ser particularmente exigente”, Ferreira Leite adiantou que depois da pausa para o Natal, o PSD não vai ter mais férias, fins-de-semana ou feriados pois considera que “todas as atenções vão ficar centradas no PSD”. As faces mais visíveis do combate político que se advinha para as várias eleições vão ser o grupo parlamentar e a direcção do PSD, avisou Ferreira Leite. Continuar a ler…

PS aprova fim do voto por correspondência com votos contra do PSD e CDS-PP

O Parlamento aprovou hoje com os votos do PS, PCP, BE e PEV uma alteração à lei eleitoral nas legislativas que põe fim ao voto por correspondência dos emigrantes. As bancadas do PSD, do CDS-PP, e o deputado não inscrito José Paulo Carvalho, votaram contra na votação final global desta lei que necessita de maioria absoluta dos deputados em efectividade de funções. Até agora, os emigrantes votavam por correspondência para as eleições legislativas e presencialmente (nos consulados) para as presidenciais.

Paulo Rangel, líder parlamentar do PSD, acusou a maioria do PS, que apresentou a alteração à lei, de “querer restringir o votos dos emigrantes”. “Pela primeira vez na história portuguesa, os emigrantes perdem direito de voto”, afirmou o líder parlamentar social-democrata numa conferência de imprensa, argumentando que esta mudança dificulta. A mesma ideia tinha sido já defendida pela líder do partido, Manuela Ferreira Leite que, a 11 de Setembro, fez uma comunicação ao país sobre este assunto.

Os social-democratas prometem lutar “com todas as suas forças” contra esta lei e esperam que o diploma chegue ao Palácio de Belém. No entanto, Rangel evitou dizer se o PSD espera um veto do Presidente da República, Cavaco Silva, à lei do PS. “Seria incorrecto pronunciar-nos sobre o que o senhor Presidente da República vai fazer”, disse. Continuar a ler…

Ferreira Leite alerta para ano político difícil.

Durante o jantar de Natal do grupo parlamentar a líder social-democrata lançou fortes críticas a Sócrates.

Manuela Ferreira Leite, presidente do PSD, alertou, esta quinta-feira, o partido para o ano difícil que se avizinha e voltou a apelara à união do partido. «2009 vai ser o mais exigente ano político de que me recordo e por isso penso que a seguir a esta pausa não vai haver mais pausas, nem fins-de-semana, nem férias, nem feriados», disse, no discurso que marcou o jantar do grupo parlamentar do PSD, recordando os vários actos eleitorais do próximo ano.

Ferreira Leite lançou fortes críticas a José Sócrates, acusando o primeiro-ministro de insistir na propaganda, em época de crise. «Enquanto o primeiro-ministro fizer política de propaganda, socorrendo-se de técnicas de Marketing em vez de competência técnica, o País vai resvalando por onde não devia», acrescentou. Continuar a ler…

Ferreira Leite pede união no PSD durante o ano mais exigente para o partido

A presidente do PSD apelou, esta quinta-feira, à união interna no PSD, tendo em conta os meses de combate politico que se aproximam, com vários actos eleitorais, e salientou que 2009 vai ser o ano mais exigente de sempre para o PSD. Ferreira Leite fez ainda ataques reforçados ao primeiro-ministro.

No seu discurso no jantar de Natal com o grupo parlamentar do PSD, no Parlamento, a líder do PSD tentou mobilizar à união todos os social-democratas, sobretudo os deputados que diz virem a ser os protagonistas em 2009 ao lado da direcção social-democrata, com o objectivo de desmascarar o Executivo de José Sócrates.

«2009 vai ser o mais exigente ano político de que me recordo e por isso penso que a seguir a esta pausa não vai haver mais pausas, nem fins-de-semana, nem férias, nem feriados», frisou.

Durante o discurso, Manuela Ferreira Leite acusou o primeiro-ministro de insistir na propaganda, numa altura em que Portugal sofre os efeitos da crise internacional, e apontou-lhe falta de seriedade, visão e rumo.

A antiga ministra das Finanças criticou José Sócrates por, «sem nunca se apresentar com sentido de Estado a pensar o país», inaugurar «uma prática inédita no Parlamento que consiste em o Governo questionar os deputados». Continuar a ler…

PSD acusa Governo de já ter feito Orçamento Rectificativo para 2009

O PSD acusou hoje o Governo de ter já elaborado um Orçamento Rectificativo para 2009 com a apresentação do plano “Investimento e Emprego” e o primeiro-ministro de ignorar o impacto económico das medidas que ele próprio anuncia.

As críticas ao Governo socialista foram feitas em plenário da Assembleia da República pelo deputado social-democrata Adão e Silva.

“Duas semanas depois de ter sido aprovado o Orçamento do Estado para 2009, o Governo já teve de fazer um Orçamento Rectificativo para entrar em vigor dentro de poucas semanas”, disse, comentando que Portugal está perante uma caso que “é obra”.

“Estamos perante uma situação ridículo que deveria fazer corar de vergonha o primeiro-ministro. O Governo esteve cego em relação às dificuldades das empresas e das famílias”, acusou ainda. Continuar a ler…

PS na mesma, PSD volta a cair

A sondagem mais recente às intenções de voto dos portugueses revela que se as eleições fossem hoje, o PS continuaria a ser o partido mais votado, com 41 por cento. No entanto, o governo de Sócrates perderia a maioria absoluta de que dispõe. Ao contrário do esperado, os votos que o Executivo perde não vai para o PSD, que continua em queda, mas sim para os partidos da esquerda que continuam a subir.

De acordo com a estimativa da Universidade Católica, para a RTP, Antena 1 e Jornal de Notícias, o Partido Socialista soma 41 por cento dos votos. Apesar de manter o mesmo valor nas intenções de voto que obteve no barómetro de Outubro, o PS vê agora o PSD a distanciar-se mais, caindo quatro décimas e obtendo, dois meses depois, 30 por cento.

Já a CDU veria a sua representatividade aumentar subindo para os 10 por cento. Também o Bloco de Esquerda ganharia mais votos, cifrando-se agora pelos 9 por cento. O CDS, apesar do aparente estado de crise, vê a sua votação aumentar para 4 por cento. Dos inquiridos, 21 por cento declararam não votar, enquanto 18 por cento afirma não saber em quem votar e 6 por cento não respondem.  Continuar a ler…

Mensagem de Natal de Manuela Ferreira Leite

Manuela Ferreira Leite, publicou hoje no site oficial do PSD, uma mensagem de Natal dirigida a todos os portugueses.

Fique com o vídeo. Continuar a ler…

Santana honrado por ter sido o escolhido, deixa em aberto coligação com CDS-PP

O candidato do PSD à Câmara de Lisboa, Pedro Santana Lopes, disse hoje estar honrado por ter sido escolhido para liderar a candidatura social-democrata à capital, deixando em aberto uma coligação com o CDS-PP.

“Vamos ver”, afirmou Santana Lopes, quando questionado sobre a possibilidade de concorrer à Câmara de Lisboa nas autárquicas do próximo ano coligado com o CDS-PP.

Santana Lopes, que falava aos jornalistas à saída do plenário da Assembleia da República, manifestou-se ainda honrado por quer sido escolhido pelo PSD para encabeçar a lista social-democrata da capital, mas escusou-se a dizer se ficou surpreendido com o apoio da presidente do partido, Manuela Ferreira Leite.

“Apenas quero reafirmar a minha honra por ter sido a escolha do partido”, disse, considerando que agora Continuar a ler…

Paula Teixeira da Cruz não se revê em Santana, contrapõe necessidade de “rigor”

A presidente da Assembleia Municipal de Lisboa, Paula Teixeira da Cruz, afirmou hoje que não se revê na candidatura de Santana Lopes à autarquia lisboeta, defendendo antes um perfil de “grande rigor, grande consistência e grande exigência”.

“Não me revejo no perfil do candidato. É evidente”, disse à Lusa Paula Teixeira da Cruz.

A presidente da Assembleia Municipal e ex-líder da distrital de Lisboa do PSD contrapõe que o candidato à Câmara da capital deveria inserir-se num “paradigma de grande rigor, grande consistência, grande exigência, que possa ser um referencial”.

“Em momentos de crise as pessoas precisam de referências”, acrescentou. Continuar a ler…

O mistério de Lisboa

antana Lopes está de volta como candidato à Câmara de Lisboa. A imprensa deve estar radiante. Ao menos, a animação é garantida.

Parece que a agitação com os professores, os bancos e a crise económica, não era suficiente. Santana Lopes está de volta como candidato à Câmara de Lisboa. Estará mesmo? Só o facto de não se saber em absulto já mostra a confusão da coisa. A imprensa deve estar radiante porque, ao menos, a animação é garantida. Santana Lopes. A simples pronúncia do nome costuma provocar motins em todas as tabernas. A esquerda detesta o homem. A direita abstém-se. O PSD divide-se entre aqueles que acham que Santana manipulou sempre o partido e aqueles que pensam que foi o próprio partido que o boicotou. É um filme antigo que já vimos dezenas de vezes.

Na verdade, eu adivinho a pergunta que cada português tem na cabeça, se por acaso estiver a pensar sobre o assunto, o que é duvidoso. Como explicar que Manuela Ferreira Leite tenha assumido a liderança do PSD com uma estratégia de credibilização e mudança interna e mostra incapacidade de travar o avanço de Santana Lopes? Em que está a pensar Ferreira Leite? Onde começa e acaba o seu poder interno? Podemos achar tudo sobre Santana Lopes e a sua passagem pelo Governo. Eu até acho que o homem foi vítima de armadilhas que, infelizmente para ele, não teve oportunidade de evitar. Mas o facto é que o país disse que não estava interessado, que os tempos são outros e que Lisboa precisa dum perfil político diferente. Continuar a ler…

Santana Lopes agrada a líder da concelhia do CDS-PP de Lisboa

A líder da concelhia de Lisboa do CDS-PP ficou agradada com a candidatura de Santana Lopes à câmara da capital. À TSF, Maria Orísia Roque disse que gostaria de votar no candidato do PSD, mas frisou que dará o seu voto ao candidato apontado pelo seu partido.

A líder da concelhia de Lisboa do CDS-PP elogiou as capacidades de Pedro Santana Lopes, candidato social-democrata à câmara da capital, e considerou mesmo que esta poderá muito bem ser uma candidatura ganhadora.

«Estou muito satisfeita tanto eu como a minha comissão política porque achamos que ele é uma pessoa capaz em que confiamos. Achamos que a nossa cidade fica bem entregue. É uma pessoa que tem prática de câmaras municipais e já esteve nesta câmara», explicou Maria Orísia Roque.

Em declarações à TSF, esta dirigente do CDS-PP de Lisboa assinalou que Santana Lopes «conhece os dossiers e as dificuldades de Lisboa» e que «está bem entrosado no lugar». Continuar a ler…

Marques Mendes pede uma «alternativa de governo»

O ex-presidente do PSD Marques Mendes avisou hoje que Portugal e uma «democracia de qualidade» precisam de uma «alternativa de governo» que seja uma «alternativa de esperança».

A afirmação de Marques Mendes, que se apresentou como um político «em pousio», foi feita num debate sobre a qualidade da democracia, organizado pela distrital de Santarém do PSD, em Rio Maior (Distrito de Santarém), com o ex-Presidente da República, Jorge Sampaio, e o antigo líder social-democrata Marcelo Rebelo de Sousa.

(fonte:Dário Digital)

«Uma democracia de qualidade exige governo e alternativa de governo. Ora, o Governo já temos e, na minha opinião, até demais. Este Governo ocupa demasiado poder, controla demasiado a sociedade, condiciona em demasia», afirmou.

Sem nunca se referir em concreto à direcção do PSD de Manuela Ferreira Leite, Mendes disse que «a democracia precisa de uma alternativa de Governo, de ideias, de reformas, de políticas e sobretudo uma alternativa de esperança».

«Capaz de ter outra visão do papel do Estado, de desenvolvimento do País», resumiu, porque para «depressão já basta» a que existe. Continuar a ler…

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